Biblioteca


Andersen e o mundo dos "todos falantes".

  • Magalhães, Sonia

Este texto parte de uma indagação: qual o mistério do fascínio que faz com que as histórias maravilhosas inventadas por Andersen toquem tão profundamente a sensibilidade daqueles que a elas têm acesso e continuem a despertar em crianças e leitores de todas as idades um vivo interesse em ouvi-las, repetidas vezes, sempre com o mesmo encantamento?

Declínio e extinção do erotismo

  • Teixeira, Marcus do Rio

Acompanho, Não sem Certo divertimento, de o NAS debate em torno da Redes Adaptação PARA O cinema de "Cinquenta Tons de cinza". Houve Até um "Artigo de Uma psiquiatra" sobre O Filme (curioso, Por Que NÃO SE Diz: "Artigo de hum Crítico", "Artigo de hum jornalista", etc, mas se Diz "Artigo de Uma psiquiatra"?).

Lituraterra

  • Lacan, Jacques

Esta palavra se legitima do Ernout et Meillet: lino, litura, liturarius

Nabokov, leitor de Joyce

  • Teixeira, Marcus do Rio

Famoso após a publicação de Lolita (1955)[1], romance ao qual seu nome é comumente associado, Vladimir Nabokov é na verdade autor de uma vasta obra, que inclui contos e romances escritos em russo e inglês, dentre os quais se destaca Fogo Pálido (1962)[2].

[1] NABOKOV, Vladimir. Lolita. Tradução de Jorio Dauster. São Paulo: Cia das Letras, 1994.

[2] NABOKOV, Vladimir. Fogo Pálido. Tradução de Jorio Dauster e Sérgio Duarte. Rio de Janeiro: Guanabara, 1985.

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