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Conexões teóricas entre performatividade, corpo e identidades

  • Pinto, Joana Plaza

Com base nas interpretações que Derrida (1990) e Butler (1997; 1998; 1999) fazem dos estudos de atos de fala de Austin (1976), este artigo discute as conexões teóricas entre performatividade, corpo e identidades. Uma visão performativa radical da linguagem propõe o corpo como elemento explicativo na análise das práticas identitárias. Os atos de fala repetidos dentro de um quadro normativo rígido constituem as identidades - atos ritualizados de um corpo que fala.

Mais-de-gozar

  • do Rio Teixeira, Marcus

A abordagem inicial do objeto da pulsão nos conduziu diretamente à questão da materialidade e/ou imaterialidade do objeto a. Trata-se de uma questão nada simples, frequentemente escamoteada em discussões acerca desse conceito por meio do recurso a definições categóricas do objeto a enquanto falta, vazio, furo, etc.

Notas sobre a teoria do gênero e a psicanálise

  • do Rio Teixeira, Marcus

É notória a influência da teoria do gênero nas discussões contemporâneas acerca da sexualidade.

O humor e a delicadeza

  • Teixeira, Marcus do Rio

O cinema, mesmo aquele que se pretende realista, não é neutro - disso somos alertados há tempos. A novidade que nos martelam na cabeça é que ele também não é neutro no sentido de sexo (ou de gênero, como quer a terminologia politicamente correta, herdeira do puritanismo norte-americano): cineastas criariam representações a partir de um ponto de vista masculino ou feminino.

O império do semblante

  • Teixeira, Marcus do Rio

A abordagem do tema da diferença sexual a partir da teoria psicanalítica implica defrontar-se com a questão de como e por que os seres da linguagem se identificam como “homens” e “mulheres”, de acordo ou não com o seu sexo anatômico.

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